Acompanhe a nova série de publicações sobre gestão de empresas rurais elaborada pelo Núcleo de Gestão do ReHAgro, por Fábio Corrêa, engenheiro agrônomo, Equipe ReHAgro.
Ponto de Vista
Publicado em 18/03/2008 por Fábio Corrêa, engenheiro agrônomo, coordenador do núcleo de gestão e diretor do ReHAgro

Atualmente, vivenciamos a forte demanda por gestão nas empresas rurais, sendo esta líquida e certa. Nesta realidade, algumas perguntas são fundamentais tais como: “Mas como fazê-la?”, “Por onde devemos começar?” e “Quais as ferramentas práticas posso usar?”.

Na visão do Núcleo de Gestão do ReHAgro, existem formas simples e acessíveis de colocar a tão famosa gestão em prática. Na busca de levar esta importante discussão aos leitores do site, resolvemos iniciar uma seção que visa discutir tópicos práticos ligados a profissionalização da gestão das empresas rurais.

Neste primeiro texto, iremos nos ater a esclarecer qual a nossa visão do tema de forma extremamente objetiva. Para tanto, faremos uma breve analogia com uma caminhada.

Antes do primeiro passo
Definir para onde estamos indo. Não são raros os exemplos onde uma empresa ou atividade não sabem onde querem chegar. Se não sei para onde estou indo, jamais poderei saber se estou no caminho certo. Muitas são as ferramentas práticas que podem nos auxiliar na definição deste destino. Nos nossos próximos encontros, detalharemos todas elas. Esta definição é um pré-requisito para iniciarmos nossa jornada.

Primeiro passo
Desdobrar nosso objetivo macro em metas de curto, médio e longo prazo. Aqui cabe uma boa definição de meta: meta nada mais é do que algo que deve ser alcançado no futuro. Oportunamente, discutiremos como desdobrá-las e em quais partes elas são divididas.

Segundo passo
Criar e definir métodos necessários ao cumprimento das mesmas. Porém, através de ferramentas simples e de alta aplicabilidade. Não podemos criar soluções teóricas e que não sejam aplicáveis no dia-a-dia.

Terceiro passo
Gerenciar o uso e aplicação destas ferramentas. Lembrando que gerenciar poderia sabiamente ser definido como a ação de cumprir metas.

Quarto passo
Verificar se nossas ações surtiram o efeito esperado e necessário.

Quinto passo
Definir ações corretivas às ações que não surtiram efeito e padronizar as boas práticas.

Chegada
Cumprir as metas pré-estabelecidas. O nosso sucesso depende do resultado final.

Quando avaliamos o descrito acima, temos uma sensação de estarmos discutindo o óbvio. Por outro lado, acreditamos que muitas vezes o insucesso está sendo construído nas empresas por falta de metas claras e de bons planos de ação para o seu cumprimento.

Discutiremos a partir de hoje cada passo abordado acima, tentando trazer ao leitor a discussão sobre ferramentas simples, mas que vêm dando grande resultado em um número cada vez maior de empresas em todo o mundo.

Acompanhe!

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